Contos Eróticos

#ENTRE AMIGOS Na Cachoeira

Aqueles dias quentes de janeiro, estava difícil pra dormir, e brigado com a esposa, a coisa se tornava pior! A situação não amanheceu legal no sábado, e fui pra quadra do condomínio um tanto de mal humor! Joguei um pouco, mas foi só confusão. Pensei: melhor parar e só beber.

Como sempre aos sábados, o povo estava animado. E desce churrasco, cerveja e revezamento na quadra. Nem quis mais jogar, fiquei só a beber! A turma foi minguando e fui ficando. Rodrigo, um conhecido que estava sempre lá jogando, ficou me acompanhando!

Meio tonto, com muito calor, ficamos a conversar e acabei por falar que a coisa em casa não estava boa, e que estava afim de sumir. E o bom seria uma cachoeira! - Ele concordou e disse que também queria uma fuga assim, e uma cachoeira seria perfeito! Falei de algumas cachoeiras que conhecia, outras que gostaria, e que até não seria difícil dar um perdido.

Me liguei que estava meio alto, e que as esposas se conheciam também. Todos no mesmo condomínio, só disse a ele pra esquecer o desabafo, que o assunto tinha nada a ver, e pedi desculpas. Conversamos mais um pouco e fomos pra casa! - Esqueci o papo, mas não a vontade da fuga! Domingo fim da tarde, em uma volta com filho e esposa, no condomínio, nos encontramos novamente. Foi conversa rápida. As crianças brincaram um pouco, as esposas conversaram e nós também. Ele, sem elas ouvirem, me disse que ficou com a ideia na mente! - Eu nem pensava em nada de maldade, e nem achei que ele pensasse. Era um cara legal, bom de papo, mas não era um amigo. Era um conhecido que jogava junto aos sábados! Um homem como eu, casado querendo um dia pra si! Não contei a ele que estava me programando mentalmente, pra dar um perdido, mas acho que de alguma forma, ele sacou!

Na terça-feira, recebi uma mensagem de um desconhecido: "E aí amigão, blz?" Olhei a foto, era ele. Temos um grupo de Whatsapp do futebol, e ele pegou meu contato lá, e mandou a mensagem! "Blz, e você? O que manda?", perguntei. "Desculpe ai te chamar. Mas aquele lance da cachoeira fiquei com vontade cara. E como minha esposa viaja amanhã, eu decidi dar este perdido e tirar um dia pra mim. Se topar e tiver como, e se não se incomodar, podemos combinar e ir juntos. Acha que tem como? Não me leve a mal, mas roubei sua ideia pra mim. rsrs" Não sabia bem o que dizer. Pra ganhar tempo, respondi: "Estou numa reunião. Vou pensar e te respondo, ok?" Ele respondeu:"Ok, vê ai. Te aguardo"

Pensei e resolvi mandar um zap mais tarde, combinando pra me encontrar na academia do condomínio, e depois darmos uma volta no parque, a noite, pra falar a respeito. E assim fizemos! Já havia anunciado em casa, que viajaria na quinta, ou sexta, a trabalho, e talvez voltasse somente no sábado a tarde. Visitaria várias obras. Como sempre viajava, minha esposa não questionou muito! E eu já tava doido mesmo pra viajar com a nova Saveiro.

Combinei então com ele de irmos na sexta. Combinamos a direção mas não o rumo certo, e avisei que estava afim de ficar por lá. Podíamos tomar uma cerveja a noite e aproveitar um pouco de solteirice! Ele aprovou e assim ficou combinado. Na sexta cedo, combinei um local fora de lá, passei e peguei ele. O dia estava perfeito, calor e um sol pra cada um. Passei num hipermercado, comprei uma bermuda, sunga e camiseta barata, e fomos!

O rumo era Minas. A ideia inicial foi São Tomé das Letras, mas combinamos deixar em aberto o destino final. A conversa rolou bacana. Falamos de futebol, trabalho, juventude, passando por família, filhos, idade, corpo, academia, viagens, cachoeiras, realmente não passou pela minha cabeça o que estava por vir! Paramos pra um café, ainda a discutir o destino. Cada um olhou no maps, e ele sugeriu Lambari. Vamos lá ver o que tem. Fomos. Nada tinha rsrs. Mas lá, perguntamos sobre cachoeiras, e nos indicaram uma cachoeira com camping. Vão bora!

Encontramos uma propriedade fechada, uma porteira com cadeado. Pagamos ao dono do camping, que nos deu a chave e explicou como chegar. Sexta-feira, local, distante, não tinha ninguém, só nós! O tempo estava quente, mas a água nem tanto. Discutimos sobre entrar ou não rsrs. Tiramos as roupas (nessa hora achei que ele me observava de leve, e que seu pau estava meia bomba, mas sem neuras...), com coragem, entramos na água! Bom demais hein! Em uma passagem entre duas pedras, acabou que fiquei sem saber como passar, ele chegou bem perto, quase colado, e me ajudou, e senti que ficou um pouco tenso. E mesmo com a água fria, percebi que tinha um volume crescido em sua sunga! Incrivelmente gostei da situação e também me vi excitado. Procurei ficar o mais dentro da água possível, com medo de dar bandeira, mas o pensamento ficou complicado!

Conversávamos como dava com o barulho da água e tal. Num momento ele passou bem perto de mim, e sua mão relou em minha perna e eu disse "opaaa... se alguém ver vai pensar errado" e ri, ficando excitado, agora com água até o umbigo. Ele respondeu gritando na água "ninguém vê não" e riu também! Entrou bem debaixo da cachoeira, saiu e sentou numa pedra, e percebi que agora ele estava durão. Ele disse: "cara perdão, mas cachoeira me deixa excitadão!" - fui obrigado a responder: "to vendo" - meio sem graça com a situação!

Comecei a prestar atenção no cara. Ele 54 anos e poucos, muito bem cuidado, eu 43 anos. De minha altura e peso, acho, 1,74m e 80 kg. Cabelo lisinho, querendo ficar grisalho, pele morena. Barba por fazer, pelos no peito, pouca barriguinha peluda, nada exagerado. Os pelos molhados na perna bem peluda, e uma bela ferramenta fazendo volume na sunga!

Eu estava com a barba feitinha, tenho corpo mais liso, pelos nos braços, barriga e no caminho da felicidade, pernas peludas também e pensei que nosso pau era bem grande igual, o meu uns 18 cm e o dele também! Pensei rápido e entrei debaixo da cachoeira também, sentando ao seu lado! Ele chegou mais perto e disse: "Que ideia boa Nelsão, que dia gostoso!" Ficamos conversando e acabou que ele encostou sua perna na minha, e eu fiquei numa tesão danada, pensando na estranheza da situação! Quando vimos, o senhor do camping estava chegando. Acabou a excitação.

Fomos até ele, que conversou conosco, meio que questionando de onde vinhamos e tal. Rodrigo disse a ele que eramos meio irmãos, que eu morava fora, e que tiramos um dia pra conversar, já que há tempos não nos víamos. Achei graça da mentirinha, mas a ideia foi boa. O velho até nos ofereceu uma barraca que tinha pra alugar, se desejássemos ficar. Como eu estava dirigindo, disse que era de se pensar, e que depois veríamos!

Ficamos mais um pouco, e a fome chegou. Voltamos ao camping e o senhor nos ofereceu um local para banho. Fomos lá, ele primeiro e eu fiquei aguardando na porta aberta. Ele, e eu também, estávamos o tempo todo meia bomba, querendo e não querendo ficar excitado. Que situação! O senhor então voltou a nos oferecer a barraca, que era boa e ficava um bocado afastada. Então fomos conhecer. Uma barraca boa, meio gasta, mas muito limpa, dentro e em volta, com tudo legal e isolado, e bem perto de uma pequena e barulhenta queda dágua. Fiquei meio assim com a distancia, mas ele nos ofereceria um bom jantar com boa cachaça em sua casa, que ficava pra baixo. E nos convenceu dizendo que o tempo estava bom, não havia previsão de chuva e que seria noite de lua bonita! Resolvemos aceitar! Apesar do preço um pouco salgado, seria realmente algo diferente! Mas queria ir a cidade, almoçar e comprar algumas coisas! Feito!

Pegamos o carro e, no caminho (uns 10 km), ele tocou no assunto da excitação que ficava em cachoeiras e que dava umas vontades doidas! Eu disse: "já que estamos numa fuga, passa vontade não" e dei risada! Ele foi direto: "vontade de pegar numa rola com força" - minha rola pulsou na hora, e nem pensei muito, e disse: "pega!" Eu dirigindo e ele foi passando a mão em minha bermuda, e apertando meu pau sobre o tecido. Eu fui reduzindo a velocidade do carro e deixando ele se atrever. Estrada de terra, vazia!

Ele foi acariciando, puxando as cordas da bermuda, passando a mão e enfiando a mão na cueca, acariciando minha rola e meus pelos. Minha rola ficou bem dura e começou a babar, e ele dizia: "que delícia Nelsão" - eu gemia e pedia mais e mais! Num lugar alto, onde vi que não tinha como alguém chegar sem ser notado, parei o carro e perguntei a ele se estava afim de chupar! Caiu de boca, chupando muito e se lambuzando todo com minha baba! Nesta hora eu também queria, e peguei também no pau grande dele, acariciei, mas não tive coragem de chupar! Estava muito excitado, mas avistei um carro, e decidi parar com a putaria e seguir o caminho! Quando nos vimos sós novamente, parei o carro e disse: "não aguento, quero gozar!", e ele respondeu que também queria! Mandei pegar papel no porta luvas e primeiro ele bateu pra mim até eu gozar. Em seguida ele bateu sozinho, com a mão esquerda no meu pau melado, acariciando, e eu olhando, ele gozou muito também!! Que delícia!

Seguimos pra cidade, combinando o que fazer. Ele perguntou se concordava que comprasse gel e camisinha. Era minha primeira vez, e não tinha certeza do que rolaria, mas concordei! Na cidade, fui ao mercado comprar algumas coisas que achamos necessário, uns salgados e queijo, água, comprei gelo e uma caixa de cerveja, pois tinha uma caixa térmica no carro, enquanto ele foi a farmácia. Almoçamos bem, e voltamos ao camping.

Chegamos e encontramos o dono de saída, com sua senhora, nos esperando pra dar a chave da porteira, indicar onde podíamos deixar o carro, dizendo que deixou tudo ajeitado na barraca e que ficássemos a vontade, pois ele voltaria no fim da tarde e prepararia o jantar e nos chamaria! - A propriedade ficou pra nós! - E uma garrafa geladona de Cerveja também! Havia uma geladeira cheia delas. Valeu o preço rsrs.

Fomos a barraca deixar as coisas, e passamos no banheiro pra trocar de roupa. Lá o Rodrigo já pediu pra pegar de novo, e chupou um bocado, nos abraçamos e eu também peguei no pau dele e trocamos um pouco de punheta, mas o calor pegava. Tomamos a cerveja, e vamos a cachoeira! Na cachoeira, meio com medo de alguém chegar, começamos a nos pegar! Num local mais fundo, ele ficou de frente pra mim, abaixou e me chupou dentro dágua. Encostou debaixo da queda dágua de frente, e eu cheguei por trás e encoxei gostoso!

Achamos um lugar mais escondido, no canto da queda, e tiramos os paus pra fora, um punhetando o outro, se abraçando, ralando pau com pau, acariciando a bunda, o saco, o pau dele era do tamanho do meu, mas torto pra esquerda, com a cabeça meio coberta. O meu mais retinho, cabeção mais pra fora. Ele tem mais pelos, mas um pouco aparados, e o saco maior, e olhar aquela bundinha molhada, com aqueles pelos saindo por baixo da bunda me deu um tesão imenso! Olhávamos em volta, no medo de chegar alguém, mas ainda assim nos arriscávamos nas brincadeiras. Parece que o perigo dava mais tesão! Falávamos pouco, só exclamações de sacanagem "gostoso, pirocudo, tesão, safado, sacudo e tals". Vez por outra ele se abaixava, descia e me chupava, algumas vezes fez menção de eu fazer o mesmo, mas não tinha coragem! Nos abraçávamos, ralando o corpo, mas me desviava do rosto, pensando que não beijaria um homem.

Num certo momento ele baixou minha sunga e a dele, e ficamos de frente um tempão, fora da água, ralando o pau. Num outro momento, com os corpos dentro da água, eu enfiei a mão em sua sunga, e pus do dedo, sentindo os pelos, a bunda durinha, o rego apertado e cheguei com dedo, enfiando e sentindo ele apertar a ponta. Que tesão enorme nessa hora! Num outro momento, voltamos a sentar na pedra, encostando as pernas peludas uma na outra, e nos revezávamos com a mão no pau do outro.

Brincamos assim bastante, alternado com as cervejas que levamos. No fim da tarde, vimos o carro do dono chegar, e paramos a brincadeira! Ficamos só a conversar, querendo falar baixo, mas o som da cachoeira não deixava. Ele dizia que a noite eu ia ver. E eu respondia que queria ver, mas principalmente sentir! Conversamos muito e eu disse que não imaginava acontecer isso, e muito menos com alguém do futebol. E ele a me contar que já tinha brincado com um cara numa viagem, mas que fazia muito tempo, que sempre pensava no assunto, sem coragem! Que sabia de um cara do condomínio, e desconfiava muito de outro, do futebol, mas jurou nunca haver nada. De mim, não passava pela cabeça, mas quando falei que queria sumir, ele disse que pensou em sumir junto rsrs. E disse que um dos grandes fetiches dele era fazer numa cachoeira. Que já havia pegado a esposa, mas era doido pra brincar com um macho assim! E que não pensou que eu iria querer, mas ainda assim arriscou - e se deu bem! rsrs

Na brincadeira da tarde a cerveja se foi! O senhor veio dizer que prepararia o jantar, que logo escureceria e pra tomar cuidado a beira da água com cobras, pois o calor era grande e aquela hora elas saiam! E que poderíamos conhecer o lugar, subir a serra pra ver o por do sol, tomar banho (havia preparado toalhas) e pra ficar a vontade, pois provavelmente ninguém mais viria para o camping. A cerveja estava a vontade, mas que teríamos a cachaça também. Subiu conosco a serra, especulando sobre nós, que inventamos ser irmãos, e nos deixou sentados numa pedra ao alto, isolados, vendo o por do Sol! E que por do Sol lindo e com a chupada do Rodrigo e as brincadeiras gerais, ficou mais que perfeito rsrs

Descemos, passamos na barraca e fomos ao banho. Passou a chave na porta e sacou um sabonete líquido, nem sei de onde! Aquele corpo total nú, a pele bonita, o pau torto pra esquerda, grandinho, cabeça meia de pele. Vixe, tomamos banho, um passando sabão no outro, muita espuma, muitas brincadeiras. Eu enchia a mão de sabão e passava nele, nos pelos do peito, barriga, nas coxas, um ensaboando a rola do outro, a virilha, o saco! Virei ele e enchi a mão de sabonete pra passar naquele rabão peludinho, durinho, fui ensaboando, passando a mão, ele pôs as mãos na parede e eu fui enfiando o dedo, ele trancou a bunda mas eu forcei e enfiei o dedo nele, ele gemia gostoso.

Fiquei dedando de lado, passando meu pau bem duro em suas coxas e segurando o pau dele e ele pediu, enfia este dedo gostoso, colei no corpo dele de lado, encoxando e dedando, e acariciando o pau dele e ele querendo me beijar, passando a barba em mim e beijava meu ombro como dava, ambos de pau muito, muito duro! Ficamos de frente, um punhetando o outro, colamos os corpos ensaboados e ralamos pau x pau, brincamos muito assim. Ele descia, chupava, abria a boca com a língua pra fora, e eu batia com o pau durão em sua cara sem vergonha! Até decidir parar. Não podíamos dar bobeira, e não queríamos ser descobertos!

Nos vestimos e ficamos a beber, conversando ali, até o senhor vir chamar para jantar! Janta boa hein! Cachaça então, nó! Docinho de figo ao final, e mais cachaça! Enfiei o pé na jaca, bebendo da cachaça do véio! Ele nos deu um corote da pinga, e nos levou até a barraca com um lampião, deixou o lampião lá e foi embora, de lanterna, se despedindo! Ficamos um tempo só conversando, sentado em banquinhos, ouvindo a queda da água perto, e bebendo e apreciando devagar a cachaça! Logo as luzes da casa foi apagando. Ele pegou uma sacola, jogou dentro da barraca, apagou o lampião e, os dois tontos, começamos a nos pegar!

Eu estava numa tontura gostosa demais, e o Rodrigo também! Em pé ele puxou minha bermuda até o joelho e começou a chupar, estava meia bomba, mas foi ficando dura e dura, chupou muito, ficando sentado, eu em pé, e toda aquela natureza a nossa volta. A lua não estava cheia, mas bem bonita, e as estrelas dava a impressão de um infinto muito bacana!

Ele foi me chupando e subindo, beijando minha barriga, subindo minha camisa, apalpou e chupou meus mamilos, ficou em pé e eu peguei seu pau durão também, ele me beijou gostoso demais, nem tive como resistir. Ambos com gosto e cheirão de pinga boca, nos abraçamos com força, os paus bem duros ralando, e nos beijamos muito eu apertava os braços forte dele, encostava meu peito no dele, tiramos as camisas, calças ao meio do joelho, e ficamos nos beijando e ralando pau x pau. Um acariciava a bunda do outro, os pelos, as costas, virei ele de costas e encoxei um bocado, passando a rola durona na bunda dele, encostando pra entrar, dando um choquinho gostoso, encoxei ele muito assim, em pé, colocando meu pau entre suas pernas peludas, debaixo do saco, e punhetando ele gostosamente.

Brincamos bastante, alternando com goles no corote de pinga! Ele baixou, chupou mais um bocado, subiu minha bermuda e a dele, me pegou pela mão, me puxando pra barraca! Lá dentro, ficamos só de cuecas, e rolamos brincando um bocado. Beijamos muito e eu mais ficava por cima, prendendo os braços dele acima da cabeça, como se fosse uma lutinha mesmo, e beijava, passava meu rosto no dele, chupava sua orelha, seu pescoço, ficava de joelhos sobre a cabeça dele e ele chupava muito, engolia tudo, eu esfregava meu pau e saco em seu rosto ele ficou de joelhos também e nos beijamos, nos acariciamos, aqueles pelos dele me deixava doido, aquela barba, e a tontura gostosa da pinga e por fim cedi a descer beijando o pescoço dele, o peito, lambendo a barriga e primeiro cheirei a rola dele, os pelos, o saco, até que ele segurou minha cabeça com firmeza, mas sem forçar, e pediu: "me chupa também" que sensação gostosa, fui deslisando aquela pica torta pra minha boca, sentindo o puxar da pele, sentindo a cabeça mais áspera na língua, e fui chupando, engolindo, e ele segurando firme minha cabeça, metendo em minha boca, gemendo gostoso!

Esfregou minha cara na rola com força, e eu lambi seu saco, debaixo dele, subi e beijei ele de novo e forcei ele pra descer e me chupar mais, segurando também sua cabeça, num movimento de meteção com força. Deitamos e fizemos um 69 de ladinho, um chupando e acariciando as coxas, pelos, saco um do outro, virei ele, e abri de vez a bunda pra linguar, meti a língua no cú, vendo ele rebolar e se encher de muito tesão. Mordia a bunda dele, lambia os pelos e ele pegou o gel e a camisinha, me deu e mandou meter de vez nele!

Tivemos alguma dificuldade de abrir o gel e camisinha, mas sem deixar a peteca cair, ele me chupando muito e eu parando pra dedar ele, até que abriu. Enchi a bunda dele de gel e pus a camisinha, passando o gel no pau, sentindo aquele gelado gostoso, deitei em cima dele e fui forçando, me apoiando como fizesse flexão, e fui forçando, tirando e pondo só da bunda fechada, até que ele foi abrindo, relaxando e ele mesmo direcionou o pau pra portinha. Entrei devagarinho, fui entrando, ele gemendo. Fui deitando sobre ele, e enfiando. Ele se retorcia um pouco, mas acalmava, e fui metendo até que deitei todo sobre ele, pesando e entrando, e comecei aquele movimento gostoso de vai e vem, metendo e metendo, até encostar meus pelos e sentir os dele. Meti gostoso assim por cima, depois pus ele de ladinho e ficamos assim metendo. Ele já rebolava e pedia mais, e eu acariciava seu peito másculo, e sua rola dura e babando também.

Até que ele anunciou o gozo, pegou um papel, e disse que ia gozar, e eu fui gozando dentro dele, sentindo meu pau inchar naquele cuzinho apertadinho, as veias saltando, e ele gozando, enchendo o papel e minha mão de porra, muita porra, eu espremia ele, grudava nele sentindo a camisinha encher de porra, e ele piscar o cu, apertando gostoso meu pau, foi uma gozada como há muito eu não tinha!!!

Fiquei colado nele um tampão, depois, com meu pau pulsando dentro dele, e os dois com aqueles espasmos de gozo que relaxa tudo!! Ele se afastou, tirou a camisinha e enrolou num papel. Eu me sentia tonto e satisfeito demais. Quase não tinha forças, mas pus a cueca e camiseta, e me ajeitei pra dormir! E ele também! Ficamos deitados de lado, olhando pra cima, um encostado no outro. Ele mexia no meu pau direto, e eu mexia no dele, com as pernas encostadas, sentindo os pelos. Ficamos um tempo assim, até ele virar de lado, e eu peguei ele de conchinha, ele se ajeitou e dormimos assim, coladinhos! Sono pesado!

Na madrugada, ainda bem escuro, acordei com ele levantando. Estava com sede, na hora lembrei da cachaça e pedacinhos da rapadura. Precisava de água. Ele também. E ambos de mijar! Saímos para a madrugada um pouco mais fresca, e deliciosa. Que paisagem noturna! Pegamos água na térmica e nos afastamos um pouco, até a beira da água, pra mijar! Voltamos e ficamos a contemplar as estrelas, o pouco frio. Alguns pássaros e galos já se manifestavam! Ele chegou mais perto e, inevitavelmente, nos pegamos de novo, beijando e punhetando um ao outro! Disse a ele: "que vitalidade hein! Quero chegar a sua idade assim!" - e ele retrucou: "se continuar esta delícia, vai chegar bem melhor!."..rsrs Que momento gostoso! Disse a ele que queria gozar alí, ao ar livre. E fomos nos pegando, beijando, chupando um ao outro, punhetando, encoxando, até que meu gozo veio com força, que eu mesmo tomei conta de meu pau, me punhetando, e ele só aparou a mão a frente, com o pau bem próximo ao meu, e eu gozei sobre o pau e mão dele, me acabando de prazer, ele também se punhetou assim até gozar, respingando um pouco em minha perna e pau, e eu olhando, apreciando muito aquele momento de prazer na penumbra! Que delicia!

Agora, só fomos deitar, ambos bem próximos, ao alcance das mãos, mas sem pegação. Apesar que eu tinha vontade, mas me segurei rsrs. Ao acordar novamente, o sol já ia alto e me assustei. Só enganação, eram 7:37 só! Fomos ao centro do camping, e algumas pessoas chegavam. O senhor nos chamou para um café preparado só pra nós, na varanda da casa! Tomamos o café meio calados, e dissemos que já partiríamos, apesar da insistência do dono e sua senhora! Precisávamos ir! - Que graça teria ficar ali, cheio de gente?

Saímos estrada fora, inicialmente meio calados. Mas depois a conversa esquentou, e a pegada também! Questionei a ele se o dono do camping tinha acreditado na história. Ele disse achar que não. Achava que o cara sabia do que se tratava e disse até que achou o dono um partidão, e que daria um caldo rsrs. Rimos a valer, e tocamos de volta pra casa!

Na volta, nos pegamos um bocado ainda, até parar no acostamento pra isso, fizemos! E rolou muito mais até as 18 horas, quando finalmente chegamos. Mas isso, conto outra hora, se alguém se interessar!

Entre em contato com o autor em: https://disponivel.uol.com.br/Ksadoquerendo

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