Contos Eróticos

#SEXO ANONIMO Dando o cu no Parque do Ibirapuera

Eu me chamo Thomas, sou um cara vaidoso que gosta de cuidar do corpo, de estar sempre apresentável e que adora praticar exercícios no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

Como já sou um cara com seus 52 anos de idade, costumo chamar muita atenção pela minha bela forma física, e principalmente, por não aparentar a minha idade cronológica.

Dias atrás, estava correndo por volta das 18h entre as árvores, quando avistei umas atitudes meio suspeitas entre os arbustos. Me aproximei na maior curiosidade, e foi aí que eu vi dois caras transando sem a menor cerimônia. Eu sabia da fama que o parque tem em relação a pegação gay, mas eu até então nunca tinha tido a curiosidade de ver.

Aquela cena me deu tanto tesão que passei a me interessar por aquelas transas casuais no meio do mato. Em uma ocasião bem privilegiada, encontrei uma roda de machos se masturbando com uma transa quente entre as árvores e no meio dessa putaria, de repente, senti uma mão apalpando a minha bunda. Meu pau deu sinal de vida e me entreguei àquela mão boba e safada.

Saímos do meio da muvuca e fomos para um lugar mais reservado, o carinha tinha aproximadamente uns 30 anos, mas sabia o que tinha ido procurar na orgia do parque. Eu estava tão cheio de tesão e não pensei duas vezes, baixei a cabeça até chegar próximo daquele cacetão enorme e grosso e meti a boca engolindo quase tudo. Chupei aquele pau com tanta vontade que o que eu mais queria naquele momento era tê-lo todo dentro do meu cu. Depois de deixar a pica do cara toda babada, ele me virou de costas e meteu a língua quente e áspera no meu rabo. Ele cuspiu no meu cu para lubrificar e foi metendo devagar aquele cacete grosso que mal entrava no meu buraquinho apertado.

Não conformado com a resistência das minhas pregas, ele foi forçando, me puxando pelos quadris até a cabeça encaixar com dificuldade e rasgando o meu anel de couro. O puto foi dando estocadas fortes para penetrar o seu pênis avantajado no meu cu, me fazendo gemer de dor.

Sua rola media uns 20 cm e bem grossa, meu cu foi se acostumando com o intruso e quando dei por mim, já estava com a pica toda atolada no meu traseiro. Percebendo que o meu rabo agasalhou a sua pica inteira, ele me mandou rebolar e depois forçou mais as estocadas me fazendo grunhir de dor e prazer.

Ele falava pra mim: "Grita coroa gostoso, que eu sei que você gosta de levar uma vara no cu". Pode gemer e espernear a vontade, mas se cagar no meu pau, tu vai limpar com a boca". Aquilo ao mesmo tempo que era grotesco, me excitou mesmo assim.

Ele continuou socando sem pena o meu cu, o desconforto já estava tamanho, que não conseguia mais aguentar aquele pau enorme. Falei pra ele gozar que eu não ia mais aguentar dar o cu. O safado deu uma gozada tão animalesca que parecia que ia estourar a camisinha. Quando ele tirou o cacete do meu cu não deu pra evitar a vontade de peidar. Saiu um estrondo tão grande que o cara não conseguiu segurar o riso, enquanto eu fiquei completamente constrangido com a situação.

Ele voltou pro meio da putaria e eu segui o meu rumo com o cu ardido e frouxo. Desse dia em diante, sempre que pinta uma boa oportunidade, não dispenso uma pica anônima no meu cu.

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