Contos Eróticos

#OUTROS Enrabado Depois do Expediente

Combinei de me encontrar com o Léo do meu trabalho depois do expediente, pra gente curtir. Eu já havia me certificado de que não havia mais nenhum funcionário na empresa, somente eu tinha ficado, para fechar tudo e ir embora.

Eu já havia deixado o ar condicionado ligado por conta do calor, e meu computador conectado num site pornô, com um vídeo de sexo anal rolando na tela. Entramos na minha sala e assim que encostei a porta começamos a nos beijar, e minha mão já foi acariciar a rola grande e grossa dele por cima da bermuda, que a essa altura já estava bem dura.

Tirei a rola dele pra fora e fiquei batendo uma punheta bem devagar pra ele, enquanto a gente continuava se beijando, e sua mão que procurava meu cuzinho por cima do shorts. Depois de uns minutos nessa pegação me desgrudei da boca dele e começamos a tirar a roupa.

Ficamos os dois completamente pelados dentro da minha sala. Ele sentou na cadeira e não precisou nem pedir, eu já me abaixei pra mamar aquela rola gostosa. Mamei por uns 10 minutos, chupei suas bolas, lambi seu pau todo, engolia o quanto conseguia e as vezes parava e ficava somente chupando a grande cabeça daquele pau, e então tirava da boca, e ficava passando a língua em volta da cabeça do pau dele e ele gemendo de tesão.

Até que não aguentei mais, parei de mamar ele porque eu queria sentir aquele pau todo dentro do meu cuzinho, mas descobrimos que nenhum dos dois tinha levado lubrificante. Apesar de que eu já tenha sido enrabado por ele, é sempre dolorido no começo por conta da grossura do seu pau e daquela grande cabeça. Quase desisti, porque sabia que não ia conseguir sem lubrificante.

Como o tesão falava mais alto, dei uma bela babada no pau dele e virei de costas, em pé, oferecendo meu cuzinho para ele brincar, mas sem meter. Ele começou a esfregar aquela rola deliciosa na portinha do meu cu e eu me abri todo pra ele, nisso ele começou a tentar colocar a cabeça para dentro, colocava e tirava, colocava e tirava novamente. Ficou nessa brincadeira uns 2 minutos, dai passou mais um pouco de saliva no pau e enfiou a cabeça pra dentro do meu cuzinho apertado. Incomodou, ardeu um pouco, mas confesso que meu pau latejava de tesão sentindo aquela cabeça grossa no meu cu, sem lubrificante.

Depois que passou a cabeça não teve mais volta, ele começou a enfiar milímetro a milímetro, dai tirava, passava mais saliva e enfiava novamente enquanto eu abria a minha bunda com as mãos. Quando dei por mim, aquele pau estava todo socado no meu cuzinho e ele tirando e colocando novamente devagarinho, pra não me machucar. Não acreditei que o safado tinha conseguido me enrabar em pé, sem lubrificante.

Depois de alguns minutos eu já tinha conseguido relaxar e me acostumar com aquele pau me abrindo, então pedi para ele sentar na cadeira, e de frente pra ele, sentei no seu colo e encaixei aquele pau grosso na entrada do meu cuzinho já arrombado e fui sentando devagar, até ele sumir todo dentro do meu cu outra vez. Comecei a subir e descer devagar enquanto o Léo beijava minha boca e abria minha bunda com as mãos para facilitar a enrabada.

Comecei devagar, mas depois de uns minutos aumentei a velocidade e subia e descia naquela rola igual uma puta barata. Não demorou pro Léo anunciar que ia gozar, então eu disse pra ele: goza, meu macho, enche meu cu de porra, vai.

Não precisou falar duas vezes, ele me segurou e deu uma ultima estocada com força no fundo do meu cu e ali soltou um rio de porra quente e grossa. Ainda fiquei sentado no colo dele uns instantes para descansar, com aquele pau ainda duro latejando dentro do meu cuzinho, agora arrombado e cheio de porra.

Nos limpamos e ele foi embora como se nada tivesse acontecido. Passei o dia com o cu ardendo, mas valeu a pena. Não vejo a hora de repetir.

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