Contos Eróticos

#ENTRE AMIGOS Fui descabaçado no Chile

Meu nome é Hélio, tenho 50 anos, corpo bem cuidado, sou divorciado, tive um casamento longevo e feliz, mas com o passar dos anos houve um desgaste emocional do qual culminou no divórcio. Mesmo depois de tudo isso, me mantive fiel a minha natureza de machão. Comia várias mulheres e era considerado um verdadeiro garanhão pelos amigos.

Em uma viagem de férias para o Chile, acabei conhecendo na recepção do hotel em que estava hospedado, um jovem brasileiro que também estava excursionando pela América do Sul. Leonardo era de São Luís do Maranhão e havia chegado um dia antes que eu no Chile. Em meio a tantos turistas estrangeiros, logo percebi que ele era nordestino, devido ao seu sotaque peculiar. Fizemos amizade imediatamente e em fração de segundos já éramos bons amigos, a ponto de dividirmos o mesmo quarto para economizarmos nas diárias.

A nossa aproximação foi um lance tão cármico que comecei a sentir algo muito estranho quando estava perto do Léo. Nunca tinha me sentindo atraído por ninguém do mesmo sexo, mas desde que conheci o cara, eu ficava excitado toda vez que eu o via pelado. E não sentia só tesão pela bunda dele, cheguei a me imaginar com o pauzão dele na minha boca e no meu cu. No início fiquei super na neura, mas depois comecei a fantasiar numa boa e extravasar os meus desejos reprimidos.

Em um belo dia, estávamos turistando pelo centro de Santiago, paramos para comer e começamos a conversar sobre diversos assuntos, inclusive sexo. Léo discorria sobre sexualidade na maior naturalidade, até revelou que sempre era paquerado por homens e mulheres quase na mesma proporção. Também fiquei à vontade para exorcizar os fantasmas que me assombravam em relação a essas questões. Falei que era divorciado, que sempre tive tesão por mulheres, mas que não descartava a possibilidade de um dia ter uma experiência com homens. Léo olhou fixamente nos meus olhos e a partir dali me senti despido da cabeça aos pés por aquele cara tesudo.

Notei que desde então, ele passou a me olhar com um certo desejo e paixão. Foi aí que comecei as investidas para ver no que ia dar. Desde que passamos a dividir o mesmo quarto, nunca havia ficado nu perto dele, o máximo que fiquei foi de cueca. Nesse mesmo dia, fui tomar banho, tirei a roupa perto dele sem o menor constrangimento e vi a sua reação quando me olhou nu pela primeira vez. Mesmo sendo um cinquentão, ainda dou um baile em muitos moleques por aí e pelo que eu percebi, Léo deve ter achado o mesmo. Fiquei de costas para ele como se estivesse completamente alheio a situação e vi que ele estava de olho na minha bunda. Saí do banho e notei que ele ainda me seguia com os olhos. Coloquei a cueca e deitei ao seu lado e fui conferir as mensagens no celular.

Ele falou que também ia tomar banho e se despiu na minha frente como de costume. Foi aí que ele inesperadamente falou na lata que estava morrendo de tesão por mim. Não me fiz de rogado e respondi que também estava com muito tesão desde que o vi pelado a primeira vez.

Entramos no banheiro, tomamos banho juntos e Léo me chupou muito, desde a minha pica até as bolas como nem minha mulher tinha chupado. Saímos do banho e continuamos nos pegando loucamente na cama. Léo sabia como me deixar enlouquecido com a sua boca gostosa mamando o meu pau. Nunca havia sido chupado por nenhum outro homem, mas confesso que a sensação era bem diferente de uma mulher.

Fui tomado por um tesão enorme, deixei meu lado puto prevalecer e cai de boca no pau enorme do Léo. Foi a primeira vez também que eu chupava uma rola, ainda que meio desengonçado, pude sentir o quanto estava sendo prazeroso mamar aquele pauzão. De repente, Léo começou a passar a língua no meu rabo, aquilo foi me excitando de tal maneira que quando eu dei por mim, já estava de quatro com a bunda arreganhada e a língua voraz daquele puto lambendo o meu buraco. Quase subi pelas paredes. Não fazia ideia que um dia ia senti tanto prazer com alguém chupando o meu cu. Eu estava tão anestesiado de tesão com aquela língua indo fundo no meu rabo que inconscientemente acabei liberando um peido na cara do Léo. Meu constrangimento foi total, até pensei que com esse incidente ele não daria continuidade ao que estava fazendo com muita vontade.

Foi aí que eu me surpreendi, Léo passou a chupar o meu cu com mais sofreguidão, parecia que queria me foder com a língua. Eu estava perplexo como aquele cara aparentemente "normal" se transformava num verdadeiro ator pornô entre quatro paredes. E para me deixar ainda mais louco, Léo esfregou o seu bundão na minha cara e eu instintivamente, comecei a chupar. A bunda da minha mulher era bonita, mas a do Léo conseguiu superar. Mesmo sendo a bunda de um macho, eu caí de boca sem ao menos pestanejar. O cara era muito safado na cama, ele abria a bunda com as duas mãos e me mandava chupar o seu cuzão gostoso.

Depois de todas essas preliminares, Léo que estava com um tesão a flor da pele, me pediu para foder o seu cu. Eu estava tão atordoado de tesão que não pensei duas vezes. Ele encapou o meu pau e foi sentando lentamente. O seu cu apertado comprimia minha pica dando uma sensação de que ia guilhotinar a minha glande. Depois de alguns instantes, finalmente Léo conseguiu sentar no meu cacete. Que cu gostoso e apertado aquele filho da puta tinha. Ele mudou de posição sem tirar o meu pau do seu rabo. Léo ficou de quatro e pediu para mim bombar seu cu sem dó. Atendi seu pedido. Como nunca havia comido cu de homem na minha vida, achei a experiência diferente, principalmente, pelo fato de aguentarem muito mais tempo que as mulheres. A minha ex esposa não aguentava o meu pau no cu devido a sua grossura, mas Léo estava sendo muito valente. As minhas estocadas estavam deixando o cu do Léo tão arrombado, que ele começou a peidar no meu pau e o cheiro de merda predominou no quarto. Léo pediu pra tirar o pau do seu cu e foi correndo para o banheiro. Tirei a camisinha suja de bosta e enfiei meu pau novamente na boca do Léo enquanto ele cagava.

Troquei a camisinha e Léo já estava devidamente pronto para levar no cu outra vez. Eu estava com tanto tesão em comer a bunda daquele maranhense gostoso que enfiei meu pau de uma vez no seu cu arrombado que lhe fiz peidar de novo. Aquele cuzinho começou a apertar o meu pau com tanta vontade que anunciei que ia gozar. Léo deu uma chave de cu no meu pau, e gozei gostoso despejando minha porra farta naquele rabo arrombado. Léo pediu para não tirar o pau do seu cu, que ele ia gozar também. Quando o gozo veio senti suas contrações através do seu cu que quase decepou meu pau de tanto apertar.

Fomos tomar um banho, descemos para comer alguma coisa e na volta a putaria continuou. Após relaxarmos o suficiente, Léo começou a me beijar loucamente, e eu, é claro correspondi com o maior prazer.

Como no primeiro round foi o Léo que conduziu toda a situação, resolvi dessa vez tomar a iniciativa. Então caí de boca novamente no seu pau, e passei a mamar como se fosse um expert no assunto. Ele também não se fez de rogado, passou a lamber o meu cu com a maestria de sempre me levando ao êxtase total. Enquanto eu me deleitava com o seu pauzão delicioso, Léo lambia as pregas virgens do meu cu me enchendo de prazer. Fui a loucura com aquela língua grossa e áspera percorrendo o fundo do meu orifício anal. Estava tão inebriado de tesão que quis experimentar pela primeira vez um cacetão no cu. Falei pro Léo que estava disposto a tentar aguentar os seus 22 cm, mas tinha que ser com muita calma e paciência, afinal seria a minha estreia dando a bunda pra outro macho.

Léo ficou eufórico com a possibilidade de ser o primeiro homem a tirar o meu cabaço, então ele lubrificou bem o seu pau, colocou bastante gel no dedo, enfiou no meu cu e ficou tentando lacear as minhas pregas. Mesmo com muito tesão, também estava com muito receio de ter o meu cu rasgado por aquela tora preta.

Na maior calmaria do mundo, Léo abriu as pernas, sentou na cama, colocou a camisinha, e me orientou a sentar de costas no seu pau para ter total controle da penetração. Fui sentando lentamente até a cabeçona do seu pauzão encostar na portinha do meu cu. A penetração tava impossível de ser realizada por eu ter o cu muito apertado e, principalmente, pela sua rola ser muito grande e grossa. Mesmo assim, não queria desistir facilmente.

Fiz uma pausa pra dar mais uma lubrificada no cu, fui descendo bem devagar e percebendo que a cabeça da pica estava entrado gostoso no meu cu. Parei um pouco, relaxei e fui descendo sem pressa até sentir que estava entrando tudo. Senti uma dor tão lancinante que parecia que estava sendo rasgado ao meio e pra completar, parecia que eu ia cagar bem antes da trolha entrar toda no meu cu.

Léo estava adorando ver a sua jeba entrando vagarosamente, centímetro por centímetro no meu rabo. A dor inicial estava sendo atenuada gradativamente, mas a vontade de cagar persistia enquanto me incomodava muito. Falei pro Léo parar um pouco senão eu acabaria cagando no pau dele. Eu estava com o pauzão quase pela metade no meu cu e foi me dando uma vontade louca de cagar. Não deu nem tempo do Léo tirar a rola do meu cu, acabei sujando o seu pau de merda. Fui no banheiro dar aquela aliviada e vi que realmente havia perdido o lacre do cu, pois meu cu ardia feito brasa e ainda saia um pouco de sangue nas minhas fezes.

Pedi um tempo pra me recuperar, tomei mais um banho e caí desfalecido na cama com o Léo grudadinho em mim.

Durante a madrugada, eu levantei com um fogo abrasador no meu rabo, estava muito disposto a continuar de onde paramos, mesmo ainda estando com o cu ardido e dolorido. Enquanto Léo dormia, eu aproveitei para tirar uma casquinha dele. Coloquei o seu pauzão na boca e comecei a mamar gostoso, e aos poucos fui adquirindo prática na arte de chupar um pau. A rolona do Léo começou a dar sinal de vida e foi crescendo na minha boca. Passei novamente lubrificante no meu cu e fui sentando bem devagar outra vez. Devido às tentativas anteriores, meu cu estava mais receptivo e foi engolindo a pica do Léo com mais voracidade.

Quando dei por mim, já estava com os 22 cm todo enterrado no meu cu que até então era virgem. A dor era quase insuportável e a vontade de cagar voltou outra vez. Léo acordou e me viu com o seu pauzão todo encravado no rabo, parecia que não tava acreditando que eu tinha conseguido aguentar aquilo tudo pela primeira vez.

A sua tora preta estava inteira no meu cu, fiquei sentado até me acostumar com a grossura que preenchia por completo todo o meu anel de couro. Léo me colocou de frango assado e me fodeu gostoso vendo eu fazer careta de dor. Eu estava numa posição em que o meu cu ficou tão relaxado que acabei perdendo o controle das minhas pregas e peidando como nunca ocorrerá na minha vida.

Depois Léo me colocou de quatro, aí sim, eu pude sentir toda a extensão daquela pica inteira dentro de mim. Ele bombou meu cu como um verdadeiro touro. Senti que meu cu ia se alargando cada vez mais pra acomodar sua rola, o que aumentava compulsivamente a minha vontade de cagar. Eu já estava com o buraco do cu tão ardido que não via a hora dele gozar. Léo parecia que quanto mais socava aquele pauzão no meu cu, mais vontade ele sentia de me ver gemendo de dor.

Por mais que eu tentasse resisti bravamente, não tava mais aguentando seu cacetão arrombando meu cu. Comecei a peidar outra vez no pau dele de tão afolozado que estava ficando o meu rabo. Antes que eu pudesse avisar pra ele tirar o pau do meu cu, acabei passando outro cheque sem fundos.

Mesmo acabado de cagar no seu pau, Léo continuou fodendo o meu cu e só tirou de dentro de mim depois que gozou. Para retribuir todo o meu desempenho sexual, levantou e chupou novamente o meu pau, assim acabei gozando fartamente na sua boca gostosa.

Durante toda a nossa estadia no Chile, nós transamos todos os dias. E para mim que sempre me achei um machão convicto, ter dado a bunda pela primeira vez não mudou essa minha condição. Continuo o mesmo machão de sempre, mas agora sem algumas pregas no cu.

O meu caso com o Léo ainda rendeu muitas outras transas, mas isso fica para outra oportunidade.

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