Contos Eróticos

#ENTRE AMIGOS A primeira transa entre dois maduros

Conheci João na sala de bate papo. Um cara maduro, peludo, corpo definido pelos trabalhos braçais durante muito tempo na fazenda da família, sorriso e jeito brejeiro, de quem está pouco se importando para o pensamento alheio.

Uma de suas melhores qualidades era o papo, sempre antenado no mundo moderno, com explícita demonstração de que, apesar da experiência na roça, tinha informação de outras partes do mundo. Ele havia morado em alguns países da Europa e em outros da América Latina. Aqui, na capital mineira, João dava aula de Inglês e Espanhol. Recebia os alunos em seu próprio apartamento, durante parte da manhã e da tarde, tendo as noites livres para as badalações.

Foi em uma dessas noites que "tropeçamos" em uma sala de bate papo. Como eu também sou professor, muito além das conversas triviais, típicas daquele ambiente, conversamos assuntos diversos para além de sexo. Em nenhum momento, durante o longo tempo de conversação fizemos perguntas do tipo: você é ativo ou passivo? qual o tamanho de seu órgão? Qual o seu numero e essas coisas. Nada disso. Conversas de dois homens maduros. Assim como ele, sou também cinquentão e trago um longo processo de formação sobre as relações humanas. Enfim, nossa conversa foi de alto nível. Nesse primeiro momento, trocamos apenas os endereços de e-mail, nada mais.

Depois disso, durante muito tempo, sumimos. Raramente eu entrava no e-mail, o que fez com que eu nem mais lembrasse de nossa conversa. Assim, se passaram alguns meses. Até que, dado momento, sozinho em casa, em um dia de sábado, sem o que fazer, ao acessar o aplicativo de mensagens, vi uma foto de um macho, muito gostoso, peitoril peludo e forte, entre os meus contatos. Era ele, o João da sala de bate papo.

Assim, de novo, longa conversa, após o papo pelo aplicativo, não agendamos nada para o futuro. Passei a acessar essa ferramenta de comunicação mais vezes, na esperança de encontrá-lo, novamente. Passamos a conversar de maneira mais constante. Entre uma aula e outra, ele acabava tirando um tempo para nossas conversas. Em pouco tempo, passamos a nos ver pela webcam e, claro, não demorou para que nos víssemos sem roupa. Putz, cara lindo! Muitas punhetas rolaram, virtualmente. Delícia de gozada, vendo aquele macho peludo, grande, tesudo, se mostrando todo para mim. Também exibia minha piroca e minha cara de safado. Gozamos muitas vezes dessa maneira.

Alguns meses depois (tudo para nós foi sem pressa), nos encontramos em seu apartamento, em um domingo à tarde. Ao abrir a porta, já nos atracamos. Beijamos muito gostoso, eu passava a mão na bunda dele e sentia o cuzinho piscando na ponta do meu dedo, e ele, safadamente, pegava meu pau, querendo esmagá-lo entre em suas mãos. Só então, ele desceu lentamente e me ofereceu a melhor mamada da minha vida. Sem se fazer de rogado, o cara escondia facilmente o meu dote inteiro na boca. Coisa que eu adoro e que nem sempre os parceiros dão de fazer. Acho essa entrega muito gostosa. Me mamava e, olhava para mim com cara de "minha putinha", deixando entrever as lágrimas que lhe saíam pelos olhos. Engasgava, mas aguentava a rola inteira até a garganta. Delícia de macho!

Na cama, foi a minha vez de sentir o cuzinho dele na boca. Cu peludinho e cheiroso, eu lambia e tentava enfiar a língua, enquanto ele se retorcia de prazer. Tesão de homem! Assim como nos outros momentos, não tivemos pressa para praticar o ato da penetração. Brincamos muito naquela cama macia. Muitos beijos e linguadas pelo corpo todo um do outro. Quando ele escondeu a minha rola em seu cuzinho, foi uma coisa deliciosa. Efetivamente, dentre as minhas experiências sexuais anteriores, até mesmo com minhas namoradas e depois, com a esposa (hoje, sou separado), sem dúvida, ele era o melhor.

Penso nisso, hoje, uns oito anos depois me lembro desses momentos com ele. Ainda hoje, quando possível, nos encontramos e repetimos as mesmas façanhas. Como ele acabou de me enviar uma mensagem, fiquei lembrando desses momentos e resolvi dividir com os leitores.

Entre em contato com o autor em: https://disponivel.uol.com.br/joaquimbarreiro1S22

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