Contos Eróticos

#ENTRE AMIGOS Mais que Bons Colegas

Antônio e eu éramos colegas de profissão, ambos professores e lecionávamos disciplinas afins. Eu já desde que o conheci nutria um desejo especial por ele. Era um homem muito simpático, extrovertido, ao contrário de mim que sou relativamente contido e tímido. Mas, mesmo assim logo nos tornamos muito amigos, trocávamos muitas ideias sobre as nossas aulas. Além disso, ele era um pouco mais velho do que eu, usava uma barba que começa a ficar grisalha e uma discreta barriguinha, coisa que eu aprecio bastante. E a boca então, grande, lábios bem carnudos, sonhava em beijar e sentir aquele monumento de perfeição passeando pelo meu pau.

Depois de vários anos povoando minhas fantasias e sendo personagem frequente das minhas masturbações, surge uma oportunidade que me encheu de ânimo. Resolvemos participar de um congresso na capital de um outro Estado e para lá fomos cheios de expectativas.

Obviamente ficamos no mesmo quarto de hotel e foi aí que pude ver ao vivo muito daquilo que eu apenas imaginava. Na volta das apresentações e palestras íamos para o hotel nos preparar para sair, jantar, terminar a noite em algum barzinho. E, nesses momentos em que o banho acontecia pude vê-lo nu pela primeira vez. Precisei disfarçar muito para esconder a enorme ereção que tive ao ver aquele corpo bastante peludo do jeito que veio ao mundo. E a bunda dele era simplesmente de deixar qualquer um doido.

Ele deve ter percebido minha excitação e passou a me provocar, ficando nas vezes seguintes mais tempo nu, circulando pelo quarto como quem está em dúvida sobre o que vestir. Certo dia, eu saí do banho enrolado na toalha, o pau duro quase apontando para fora (e eu tentando disfarçar com uma camisa escolhida para a noite na frente). Foi quando ele perguntou o que eu estava escondendo. Fiquei sem ação, me senti como criança flagrada cometendo uma "arte". Ele então puxou a toalha de supetão e lá estava eu, pênis duro feito pedra apontando em sua direção. Ele deu uma risadinha, se aproximou mais e, sem que eu esperasse me abraçou e me deu um beijo de tirar o fôlego.

Fiquei alucinado, sentindo aqueles lábios, a língua que bem atrevida entrava na minha boca e se enroscava na minha. Sua saliva tinha gosto de desejo e eu me entreguei àquele beijo como se fosse a última coisa que estivesse fazendo na vida. Sentia uma mistura de tesão e alegria como nunca havia sentido antes.

O contato da pele com pele, nossos paus roçando um no outro, tudo bom demais. Deitamos na cama e ele começou a descer com a boca pelo meu corpo. Fez uma sessão demorada de beijos, lambidas e chupadas nos meus mamilos e depois desceu até a virilha, lambendo-a, o que me deixou mais excitado ainda, para então cair de boca no meu cacete. Dava lambidas da ponta até o talo, alternava com chupadas apenas na cabeça para depois engolir o máximo que podia. Eu já nem raciocinava mais, só queria sentir mais e mais aquela sensação. Em dado momento, o safado levanta minhas pernas e passa a lamber e chupar meu cu. Nunca antes eu havia tido esse tipo de experiência e, confesso, foi uma delícia. Como sabia usar bem aquela boca tesuda!

Quando voltou a atenção para meu pau, não pensei duas vezes. Puxei-o para mais perto do meu rosto e comecei a retribuir a linguada recebida. Era coisa alucinante sentir o gosto daquele rabo, ver o botãozinho piscando como se estivesse a pedir que o penetrasse de uma vez. E por mais que essa fosse minha vontade também, eu desejava prolongar ao máximo tudo aquilo.

Foi quando, quase que gemendo de desejo, ele pediu para que eu o comesse. E assim como ele estava, de quatro, saí de baixo e posicionei a cabeça do pau na entrada daquele orifício lindo e, por algum tempo fiquei brincando, passando o pau e os dedos em volta, acariciando. Por fim, não resistindo mais comecei lentamente a entrar naquele canal do prazer. Ele gemia, dizia que a cabeça do meu pau era muito grossa mas que mesmo doendo queria sentir todo ele dentro de si. Quando entrou tudo, fiquei um tempo parado e com uma mão acariciava seu mamilo esquerdo e com a outra massageava seu pau e bolas.

Foi então que ele começou a rebolar, primeiro lentamente, depois com muita intensidade e pedia que socasse com força, que deixasse só a cabeça no pau dentro e depois metesse até o fundo. Não sei quanto tempo ficamos engatados, num entra e sai delicioso. Trocamos de posição e partimos para um frango assado. Essa era minha posição preferida pois ao mesmo tempo em que o comia, podia ver seu rosto, sua expressão de prazer, podia beijar e chupar seus mamilos. Aumentei o ritmo das estocadas enquanto ele também acelerava sua punheta até que enfim gozamos, quase juntos. Gozei intensamente e fiquei maravilhado vendo a quantidade de porra que ele também jorrou.

Fiquei dentro dele até o pau amolecer e sair espontaneamente. Nossa respiração era ofegante mas estávamos saciados e felizes. Naquela noite nem jantamos pois não precisávamos de mais nada. E nas noites seguintes, mesmo depois que retornamos, os encontros de sexo aconteceram por muito tempo e se tornaram as melhores lembranças dessa história que não mais se repetiu.

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