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Contos Er�ticos

#FETICHE Enfim Enrabado

Olá, essa história é real, aconteceu quando eu estava com dezoito anos. Costumava usar meu tempo livre pra relaxar, na minha cidade havia vários cinemas que passavam a noite exibindo filme pornô e esses lugares eram frequentados por homens. Eu comecei a assistir nesses cinemas desde os quatorze anos e já estava bem acostumado com as investidas dos homens, no entanto eu queria um macho de verdade, queria sentir um pau grosso pulsando dentro do meu cu, às vezes não conseguia dormir de tanta vontade de dar pela primeira vez. Certa noite, já era tarde, mais de dez horas da noite, estava vendo uma cena de sexo que o homem gozava e ficava pulsando no cu da mulher, no ué fazia ela revirar os olhos. Resolvi ir pra casa, passei no bar, tomei uma cerveja e saí andando, no qual vou passando e vi três bichinhas e um rapaz grande e forte e os amigos todos gays estavam discutindo, ouvi bem um deles falar pra outra, um viadinho de uns dezoito anos que estava de cabeça baixa, assim meio envergonhado, e a outra falou amiga você deu pro cara assim do nada e começaram a discutir, vi no semblante do viadinho que tinha pegado rola, era de felicidade, e o cara disse que queria mais e ela topou na hora, mas as outras levaram ela embora, ficando só o rapaz. Quando me aproximei, sem dar uma palavra, quando ele passou a mão sobre o volume na calça e disse tá afim novinho e eu sem falar nada passei a mão no volume, tava que nem pedra, aí eu perguntei você não gozou no outro gay e ele disse gozei mas quero mais e isso era a minha primeira vez, falei topo. Ele pediu pra entrar lá pra trás de um prédio, eu falei não, já era tarde, mas eu realmente queria dar naquela noite, então falei vamos conversar um pouco e saímos andando, tinha um barzinho aberto, música não estava alta, então tomamos umas cinco cervejas e ele falou enquanto bebia que gostava de viados porque eles aguentam tudo, aí fiquei um pouco com medo, pois ele falou que geralmente as mulheres não querem, e eu todo sentindo o cu pegar fogo, então ele falou vamos logo, não aguento mais esperar, ele tava morrendo de vontade de me comer e eu tava com medo de me machucar com o pau dele, então saímos andando até encontrar um terreno baldio próximo da minha casa, tinha uma árvore e estava escuro, pois naquela época em 1987 não tinha celular, então me certifiquei que estava tudo seguro, ele estava doido, foi logo tirando a camisa, que homem lindo, muito forte e malhado, então tirou a calça e a cueca, quando eu vi o mastro fiquei em desespero, jurava que estava vendo algo enorme, da cabeça gigante vermelha e o pau grande e grosso, mas a cabeça do pau era muito grande, então relação e ele disse chupa um pouco meu viadinho e foi o que eu fiz, estava há muito tempo querendo essa oportunidade e lá estava eu peladinho com uma vara de uns vinte e cinco centímetros, então ele me bota de quatro e eu estava com o coração a mil, então senti a cabeça do pau encostar no meu buraquinho e fiquei todo arrepiado, pois estava quente, ele quando viu meus pelinhos arrepiar, ele deu um tapa na minha bunda e foi metendo, quando passou a cabeça estava suando, passando mal, ele perguntou se era pra continuar, falei sim, vou a cabeça, e ajeitou e meteu devagar mas com força, senti cada centímetro bem rasgando e me enchendo toda, quando senti as bolas encostar na minha bunda eu pensei virei putinha, estava todo arrepiado, procurando ar, mas tava tudo até o talo, ele quis se mexer, eu segurei no braço dele e ele parou, estava de quatro arreganhada o máximo com uma vara de uns vinte e cinco centímetros quente e pulsando no meu buraquinho apertado. Passei uns minutos e disse bem no ouvido dele mete dez vezes mas conta na sua mente que eu também vou contar. Senti ele tirando, quando estava na metade ele meteu, foram duas roladas pela primeira vez no meu buraquinho apertado e ele meteu e eu contando, falei que era só dez vezes e contei cada estocada forte, quando ele diz dez grita com o pau atolado no meu cu. Quando ele deu as dez estocadas confesso que caí com as pernas bambas e gozando sem nem tocar no meu pau, então quando sentei ouvi um barulho do pau saindo do meu cu, ele rapidinho me ajeitou de quatro e disse dessa vez vai ser cinquenta estocadas, confesso que não sei o que fazer, só senti a cabeça entrando novamente me fazendo delirar, mas contando cada estocada no meu buraquinho foram cinquenta, uma atrás da outra, quando estava em quarenta senti ele aumentar o ritmo, pensei esse filho da puta vai passar dos cinquenta. Ele parou no cinquenta e eu caí novamente gozando feito uma puta, demorou uns cinco minutos, ele me botou novamente de quatro e disse vamos contar juntos agora e botou novamente e começou, sessenta e um, 62, 63, 64, e eu acompanhei essa contagem, estava chegando aos incríveis duzentos quando ele disse vou gozar e gozou dentro do meu rabo, senti um líquido quente me invadir e dessa vez não gozei. Parou nos exatos 170, ele percebeu e disse dessa vez com som autoritário, disse fica em pé viadinho e sem falar nada bota aquele pau um pouco mole, não machucou porque estava mole, enquanto alguns tempinho atrás ele estava atolado e pulsando forte no meu cu duro feito pedra, senti endurecer dentro e foi aumentando e ele afoito metendo feito um louco no meu rabo e não aguentando mais falei ué ia gozar e ele aumentou o ritmo, pensei que o pau dele tinha dobrado de tamanho e gozei no pau dele, eu percebi que estava chorando, perdi completamente o controle, quando sinto ele cravar na hora que eu estava gozando e gozou também. Caralho, o pau dele tava enorme apontando pra cima. Comecei a me vestir e ele também, mas o pau por baixo da calça ainda estava duro e saí da moita com ele, morava perto, já era duas horas da manhã, então me despedi dele com um beijo, pois já ia pra casa, ele me puxou, me beijou e botou minha mão sobre o pau duro ainda, então senti vontade de novo, tinha gozado três vezes, mas já era tarde, falei que não. Ele disse eu contei cada vez que meu pau entrou no seu rabo, aí perguntei quantas vezes, ele falou que não ia falar mais, se eu quisesse poderia começar a contar de onde parou, aí fiquei curioso e confesso que já ia desistir, mas como onde a gente estava era no meio da moita resolvi levar o estranho pra casa, chegando em casa nem falei nada, ele já foi me agarrando, eu disse relaxa a gente tem a noite toda agora. Fiz um lanche pra gente, depois falei que ia subir pra tomar um banho, ele disse que queria também, falei pra ele usar o banheiro de casa, pois eu ia pro meu banheiro e fui, tomei um banho demorado, ouvi o chuveiro lá embaixo, no entanto decidi vestir roupa feminina, vesti uma calcinha preta, passei creme no corpo, vesti um vestido, botei um salto, caramba, confesso que virei uma mulherão, apaguei as luzes, estava realmente me sentindo uma mulher gostosa, ele estava sentado no sofá completamente nu com o pau completamente duro, apaguei as luzes, botei uma música, peguei um uísque, servi pra ele, ele olhando pra mim toda produzida, ele bebeu e me puxou pra perto daquele peito forte, me beijou e foi me beijando inteira, toquei sem querer no pau dele e senti duro feito pedra, então do nada senti um líquido escorrer no meu buraquinho, eu já tinha lavado bem, passei a mão e senti um líquido quente, vi que estava me lubrificando como se fosse uma buceta, nisso já estava só de calcinha, fiquei de quatro e senti ele botando a cabeça da anaconda no meu buraquinho e contou 198, 199, 200 e continuou até me fazer gozar, parei a contagem em 560 e gozei, e desmaiei nos braços dele e dormi. Dessa vez ele não gozou e dormimos juntos, de manhã acordei, ele ainda estava dormindo, fiquei olhando pra ele como era lindo. Fiz um café reforçado pra gente, estava acabado, ele acordou, foi tomar banho e tomar café, conversamos muito sobre tudo, me falou que era casado mas não amava. Ele se levantou e disse que já ia embora, na porta ele me deu um longo beijo e botou minha mão no cacete, fiquei alisando e vi que ficou duro, abaixei e comecei a punhetar e chupar aquele cavalo, quando ele falou que ia gozar botei a cabeça dentro da boca e fiquei sugando, foram cinco esporradas na boca. Me despedi do meu macho completamente realizada. Conto real.

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