Contos Er�ticos
#SEXO ANONIMO Flagrado de Calcinha
Vamos lá.
Desde muito novo sinto vontade de usar calcinha e lingeries femininas, porém nunca falei ou demonstrei tal vontade a ninguém.
Anos passaram e como toda a regra namorei e casei, tive filhos etc.
Certo dia em casa, esposa trabalhando, fui mexer no guarda-roupas e me deparei com a gaveta de lingerie da minha mulher, aquilo me deixou excitado e comecei a olhar várias, uma mais linda que a outra, e resolvi passar o dia de menina, pois estava sozinho em casa e com muito tesão.
Me montei, fiquei linda.
E fui ter meu dia normal dentro de casa, ao lado havia uma construção e alguns caras trabalhando e falavam muito sobre sexo toda hora, uma conversa entre eles, porém em voz muito alta.
Aquilo aguçou fetiches e meu tesão só aumentava, abri um pouco a janela do quarto e comecei a me masturbar imaginando sendo fêmea de um deles, só vontade.
Não fechei a janela e fui até a minha geladeira procurar algo pra eu usar como rola, pois meu estava piscando demais, não achei nada e tive a ideia de ir até um mercado próximo achar algo, coloquei uma bermuda e um moletom e fui de calcinha e sutiã, estava excitadíssimo, comprei cenoura, pepino e calabresa.
Voltando pra casa, entrei e me fartei variando aqueles legumes na minha bunda (que delícia), me desfiz das coisas pra não deixar vestígio e fui deitar um pouco ainda molhada e adormeci, nesse intervalo minha mulher chega e me pega daquele jeito, fiquei sem reação, brigamos, ela ficou puta com um marido viado e ficou tudo mudo, passando uns dois dias ela me chamou pra conversarmos sobre o ocorrido famoso e ela entendeu e começamos uma nova fase onde sempre comprava algo, me pedia experimentar pra eu aprovar (lingeries).
Começamos a ter mais afinidade, mais cumplicidade e ela comentou no trabalho com algumas amigas e numa festa teve uns comentários e insinuações de colegas dela sobre o assunto, fiquei bolado pois um cara não parava de me encarar, me comendo com os olhos, fui pra churrasqueira, o mesmo veio puxar assunto normal até então.
Durante o churras ele encontrou por trás de mim pra alcançar algo na pia e me encochou de leve, porém deu pra sentir o volume e como homem esquivei pra frente e ele manda baixinho do meu lado: tô sabendo que você gosta.
Fiquei gelado, um misto de medo, emoção, tesão, porém não dei pinta.
No final, papo vem papo vai, o cara (Renato) me pediu o meu ZAP, logo passei a fim de nós falarmos pois tinha uma proposta de trabalho pra me fazer, dei ok.
Em casa, já com umas e outras na cabeça, minha mulher comentou que o Renato havia ficado me olhando durante o evento todo, eu respondi sério, nem percebi.
Transamos deliciosamente e fomos dormir.
Dia seguinte saímos para trabalhar, por volta de umas 10 horas recebi uma mensagem (Renato) me dando bom dia, agradecendo pelo churras.
E o mesmo falando sobre várias coisas, mencionou que eu era interessante, que havia ficado excitado comigo na churrasqueira e estava a fim de ficar comigo, eu respondi: tá ficando louco, não curto homem, né, dando uma de machão, quando ele pega e fala: o escritório todo sabe das suas preferências, fiquei mudo, estarrecido, porém excitado, (Renato, moreno, uns 1,88, corpo mediano, bonito, estava cheiroso e um volume bem legal), desconectei o ZAP e passei o dia todo pensando nessa conversa.
Quando fiquei online recebi uma mensagem com uma foto do pau dele duro, uma coisa linda, digna de um macho, fiquei como, com o cu piscando a noite toda, minha esposa comentou que eu estava calado e fomos dormir, acordei umas 2 horas da manhã, outra mensagem, outra foto de corpo inteiro, todo ensaboado, com a frase: vem ser minha, quero você.
Minha cabeça a mil, um tesão enorme, porém muito medo misturado com vontade, o mesmo usou uma amiga da minha esposa que foi quem sabia e contou pra ele sobre mim, a mesma sabia que as quartas-feiras eu folgava e ficava sozinho em casa, ela pediu uma sandália para minha esposa emprestada, minha esposa emprestou e a amiga falou que um amigo passaria lá pra pegar, falei ok.
Como toda quarta, sozinho, eu passava o dia montadinha, toda mulherzinha, estava até de saltinho, quando o interfone toca, atendi, era o tal amigo pra pegar a sandália.
Pedi uns minutos, joguei um moletom, uma bermuda, fui levar no portão, quem estava lá pra buscar?
Renato, fiquei pálido, quando ele me cumprimenta me deu um abraço de camarada, porém sentiu que eu estava de sutiã, ele disse: posso usar o banheiro, estou apertado, não tinha como negar.
A sainha que eu estava usando estava na sala, no chão, junto com o saltinho, não deu pra ele não ver, quando ele saiu massageando o pau ele disse: você estava de saia e salto, fiquei mudo e ele disse: senti a marca do sutiã, você estava montada, sua mulher falou que gosta de ficar, me mostra, suei frio.
Peguei a saia e o salto e fui pro quarto, vesti, achei um top, ele disse da sala: passa um batonzinho, travei, porém, a nossa missão é servir, quando voltei pra sala ele ficou estático, me elogiou, me senti fêmea, meu cu piscava com o fio dental enterrado, ele massageava o pau e disse: relaxa, sua mulher sabe que estou aqui, não vai ter problema, a sandália foi ideia dela, ela quer que você vire mulher de verdade. Sentei no sofá, pasmo, ele veio na minha frente com o pau duro na calça e falou: é todo seu, nossa, quase gozei, abri a calça, aquele volume estonteante na minha cara, baixei a cueca, um pau cheiroso, melado, chupei como uma fêmea, que delícia de pau, meus Deus, fiquei chupando uns 10 minutos, tirei o top, ele mordiscou meus peitinhos, minha orelha e disse: deita no sofá, vou te fazer mulher, minha bunda está suada, ele começou a chupar minha "cucetinha", enfiando a língua e eu gemendo, implorando por rola, ele prontamente atendeu, dois, muito mais, entrou tudo, ficou parado pra eu acostumar, depois começou a me comer parecendo um cachorro no cio, ficamos e fizemos em várias posições até gozar fartamente, me deixou destruída, se recompomos e o Renato se despediu me deixando ali toda aberta, cansada e dolorida, adorei a tarde, repetimos mais algumas vezes, porém perdemos contato, minha mulher chegou, com a maior cara de pau, perguntou como havia sido meu dia, conversamos um pouco e fomos dormir.
Até um próximo.
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